ENTREVISTA COM A POETA NORMA TEIXEIRA

Norma Teixeira nasceu em Belém do Pará, natural e moradora de Icoaraci. Atualmente faz trabalhos voluntários com crianças, as levando a desenhar e aprender a ler com mais facilidade. Com 20 livros publicados de temas diversos (poesias, romances policiais, contos, fábulas...) Sua página na internet https://www.facebook.com/Norma-Teixeira-842041222603446/, registra alguns de seus trabalhos e atualmente além da biblioteca Antônio Tavernard, em Icoaraci, seus livros também podem ser encontrados na Banca Olympia, localizada próximo ao Shopping Boullevard. Começou a escrever quando menina em forma de desabafos. Em 2017 retomou a produção a todo vapor, publicando vários livros novos e aprendendo novas técnicas de edição, o que a levou a ajudar outros escritores. Norma Teixeira é a única responsável pela edição de seus livros, o que a leva a produzir oficinas de livros artesanais nas escolas.


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Por Gigio Ferreira. 

Gigio Ferreira pergunta: Um belíssimo poema curto consegue emular com a tradução de um dia inferior?

Norma Teixeira responde: Meus poemas às vezes são musicais!

Gigio Ferreira pergunta: Tua poesia está dentro de um relógio ou de um instrumento musical?

Norma Teixeira responde: Ela anda na velocidade da luz, o que foi escrito em um segundo, no outro já perdeu o sentido.

Gigio Ferreira pergunta: Os teus desabafos permitem saber quem você é?

Norma Teixeira responde: Então... Se alguém tenta me conhecer pela escrita, não terá compreensão alguma!

Gigio Ferreira Pergunta: A coerência histórica é um discurso superado diante de nossas razões litigiosas? 

Norma Teixeira responde: Costumo retratar momentos atuais de forma discreta para evitar conflito de interesses.

Gigio Ferreira Pergunta: A audição é a pátria da intuição?

Norma Teixeira responde: Infelizmente as pessoas costumam guiar-se pelo ouvir e em muitos casos essas audições afogam a poesia.

Gigio Ferreira pergunta: Sua escrita coloca as origens de um texto olhando pelas janelas poéticas ou pelas portas políticas? 

Norma Teixeira responde: Prefiro não responder! 

Gigio Ferreira pergunta: O que você achou dessa entrevista do Jornal Crescendo em parceria com a Revista Variações? 

Norma Teixeira responde: Iniciativas como essa do Jornal Crescendo em parceria com a Revista Variações são de extrema importância para fazer a ponte entre escritor e leitor de forma direta e objetiva.








Gigio Ferreira nasceu no dia 22 de junho de 1967, em Belém do Pará. Cursou Letras. Sua estreia se deu com a publicação da dramaturgia infantojuvenil, O gringo da Matinta (2014), em parceria com a escritora Miriam Daher, pela Editora Giostri-SP. Com exceção do livro O Palhaço de Arame Farpado (2016), poesia, pela Editora Penalux, as suas oito obras publicadas, foram pela Editora Giostri. Atualmente possui dezoito livros inéditos aguardando publicação.




curadoria e edição de marcos samuel costa
Variações revista de literatura contemporânea
2020
II edição

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