Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

UM POEMA DE MARIA EMANUELLE OSÓRIO PRATES

Maria Emanuelle Osório Prates. o rio cerceado   I.   onde correm as vazantes onde o pasto não foi soltado rebate aos pés dos gerais o rio cerceado.   onde as bisavós beijam os quintais, e os bisavôs ninam as vazantes, retomaremos o gesto primordial.   das Serras da Canastra ao Oceano Atlântico, beijaremos.   e ao retomar o beijo tu espias um São Francisco que flui como facas e nutre como bagos,   as que ficam nos sequeiros os que fincam nas vazantes os que ficam-fincam no lameiro.   a pele-território é o ponto de partida, é o destino final.   II.   o batuque será a pulsação que nos remará ao sonho. nascerá o sol ancestral, quando abrires os olhos.   III.   os pés do sol querem batucar crânio nosso, levar a semente e a terra ao divórcio.   mas tu manejas a roça com o encanto de quem dela vive, e dela cuida.   por isso, provarás da macaxeira, do melão-neve.   por isso na memória-porvir o território és tu, e teu moleque....

Últimas postagens

UM POEMA DE MARIA GABRIELA CARDOSO

Árvores de Belém - Gutemberg Armando Diniz Guerra

UM POEMA DE LILI TOSTA

O Agente Secreto, filme brasileiro - Gutemberg Armando Diniz Guerra

Adultério e ciúme na obra de Machado de Assis - Valdinar Monteiro de Souza

Josse Zen Fares - Gutemberg Armando Diniz Guerra

UM POEMA DE RICARDO MARCOLONGO MELO

UM CONTO DE JEAN JAVARINI