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UM POEMA DE LILI TOSTA

Lili Tosta. .mas eles se recusam a ir medo eu tenho de levar uma surra de que ele me bata com a sua dura vara pois, suficientemente dura .já é a vida que ávida me consome me engole como um urubu que carniça fresca no pasto acabou de comprar porque o capitalismo que solto come faz até o urubu pela carniça .pagar e eu, que pago para a minha vida em paz tentar viver e muitas vezes falho miseravelmente .sem conseguir entender então que vá pra puta que pariu porque uma puta que pare pare um mundo pare um ser .que o homem sente vontade de comer mas o urubu não deixa não .não porque ele guarda as putas .e come os homens que assim como em mim ,com as suas duras varas também desejo eles sentem .de bater no urubu que me protege me acompanha e não deixa que nada de ruim penetre a grande puta que eu soul e que sempre está a parir poemas artes .e loucuras pois estes são os seres que as putas parem .e que os homens passam vontade de comer .porque, suficiente, para eles, nunca é e quanto mais desejo ...

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